• Rafael Assumpção

Os 5 maiores medos das gestantes



Dessa vez eu resolvi atualizar um artigo de 2019 aqui do blog, que traz o assunto que preocupa quase todas as gestantes durante a gravidez: os seus maiores medos.

Esses medos são ainda mais comuns nas mamães de primeira viagem, mas mesmo quem já teve 2 ou 3 filhos pode sentir um pouco de ansiedade só de voltar pensar nisso.


O artigo original falava sobre os 3 maiores medos, e agora eu acrescentei mais 2 à lista depois de pesquisar um pouco mais sobre o assunto.


Mas só pra adiantar: por pior que possa parecer, todos esses medos podem ser controlados e até mesmo eliminados com um pouco de esforço.


Então, continue a leitura e vamos saber quais são esses 5 medos que tanto afligem as gestantes.





Medo 1: “E se eu nunca mais conseguir perder o peso que vou ganhar?” ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Diariamente vemos fotos de celebridades que voltaram a ficar totalmente em forma um mês depois do parto. Mas não é saudável achar que tem que ser assim com todas as mulheres. Na verdade, poucas são as coisas que podem ser tomadas como referências na vida das celebridades, que vivem de sua aparência.

A maioria das mulheres que engordam dentro do padrão esperado (entre 9 e 15 quilos) durante a gravidez consegue perder tudo o que ganhou durante os primeiros meses de vida do bebê, especialmente se amamentam (são cerca de 800 calorias por dia em média). Portanto, se você estava com um peso adequado no início da gestação, tudo o que precisa fazer é manter uma alimentação balanceada, seguir todas as recomendações médicas e logo tudo estará de volta como sempre foi com seu corpo.





Medo 2: "E se eu não aguentar as dores do parto?"


O medo das dores do parto é muito comum, principalmente nas mães de primeira viagem. Afinal, todos temem o desconhecido.

Mas procure pensar que as pessoas vem nascendo através de parto normal há milênios, e nem por isso as mulheres paravam após o primeiro filho.

As mídias de entretenimento retratam de forma equívoca os partos, talvez para acentuar o drama em filmes e novelas, e isso é o que colabora com a cultura do medo do parto normal.

O mais importante é confiar no seu corpo, que foi preparado pela natureza para cuidar de tudo o que é preciso para que seu bebê venha ao mundo com saúde e segurança.

Converse bastante com seu obstetra, participe de cursos e grupos de gestantes e leia bastante sobre o tema em sites especializados. Quanto mais racionalizamos nossos medos, menores ele se tornam.





Medo 3: "E se eu não conseguir amamentar?" ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀


Apesar de parecer algo muito natural e instintivo, as dificuldades na amamentação, principalmente nas primeiras semanas de vida do bebê, não são poucas e, por isso, grande parte das mães acaba desistindo de amamentar. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Mas a amamentação pode ser muito facilitada por diversas técnicas e práticas. Por isso, é fundamental buscar informações e pedir ajuda para conseguir encarar essa missão com tranquilidade. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

De todas as dificuldades, a mais frequente entre as mães é a dor, que pode ocorrer por vários motivos, como bico rachado, seios muito cheios, pegada errada do bebê, entre outros. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Escolha sempre um local tranquilo, cuide do bico dos seios e aprenda a pegada correta para o bebê. Peça ajuda em cursos de gestantes, converse com o obstetra, o pediatra e as enfermeiras da maternidade. Como todo processo de aprendizagem, é preciso paciência. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Mas tenha certeza de que todo o esforço vai valer a pena, pois a amamentação vai garantir não só melhor saúde para o bebê, como também vai reforçar o elo especial entre vocês.





Medo 4: "E se eu perder meu bebê?" ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀


Também muito frequente nas gestantes é o medo do aborto espontâneo, principalmente nos três primeiros meses da gravidez (que é o período de maior vulnerabilidade no desenvolvimento do bebê).

A coisa mais importante a saber é que cerca de uma a cada cinco gestações terminam com aborto espontâneo, e na grande maioria das vezes, a mulher nem sequer toma consciência de ter estado grávida.

Portanto, se você já sabe que está grávida, as chances estão ao seu favor!

A partir de 12 semanas gestacionais, o risco de aborto espontâneo reduz drasticamente (por volta de 65% menos chances de ocorrer).

E apesar de todo o sofrimento de quem perde um bebê, é preciso lembrar que os abortos espontâneos quase sempre ocorrem como um mecanismo de seleção natural, onde o corpo evita dar prosseguimento a uma gestação cujo feto tenha algum problema e o torne inviável.

Para controlar esse medo, a melhor receita é se informar. Converse com seu obstetra e com outras mamães. Quanto mais você souber sobre o assunto, mais preparada estará para lidar com ele.





Medo 5: "E se eu fizer algo que prejudique o bebê?" ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀


Ansiedades e dúvidas sempre estarão presentes. E realmente, os seus hábitos e atividades do dia a dia podem influenciar o desenvolvimento do bebê, já que ele depende exclusivamente de você para crescer.

Mas essas preocupações naturais não precisam se tornar obsessões ou neuras.

“Sexo machuca o bebê?”, “Dormir em determinada posição faz mal?”, “Quais alimentos são ruins para o bebê?”, “Meu bebê está muito quietinho, isso é um mau sinal?”, e tantas outras perguntas que devem vagar nas mentes das gestantes.

Lembre-se que muitas dessas dúvidas são apenas exageros e receios desnecessários. Se você mantém uma rotina e estilo de vida saudáveis, evitando fumo e bebida alcóolica, você já está muito bem encaminhada, e sua gravidez deve prosseguir com naturalidade.

Mas sempre que alguma dessas dúvidas estiver te preocupando, compartilhe com seu médico. Ele será a melhor referência para essas questões.





Como você pode ver, todos esses medos são uma realidade para as mulheres, e nada mais justo, já que se trata de uma época tão importante e cheia de descobertas.

E melhor ainda saber que é possível contornar, ou pelo menos reduzir cada um deles.


Mas e quanto a você, quais são ou foram seus maiores medos durante a gravidez?

Conte pra gente, e quem sabe no futuro poderemos fazer uma nova versão desse artigo, com muito mais informação para as gestantes.


Um grande abraço e até a próxima!



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